Falta de pilhas

27.May.2009

Programador de rega

Quando andei a instalar a rega gota-a-gota, optei por comprar programadores de rega que funcionassem a pilhas, para não ter de passar cabos eléctricos por todo o lado. Apesar da vantagem económica, esta opção teve duas consequências menos interessantes: por um lado a obrigatoriedade de ter de ir individual e fisicamente a cada programador alterar a hora ou frequência de rega; por outro, o facto de ter de substituir as pilhas de todos os programadores no início de cada época.

Está bom de ver que , com tanto que fazer, me esqueci completamente de substituir as pilhas e, claro, a consequente falta de água já fez das suas: uma macieira secou, outra ficou bastante combalida e uma ou outra vide virgem ficou com as pontas mais crescidas secas.
O que poupei no início vou agora pagando aos poucos.

Vândalos no milheiral

27.May.2009

Plantas de milho cortadas

Se não são vândalos, parecem. Não sei que bicho será mas o certo é que os pés de milho andam a ser destruídos. Aparecem tombados no chão, roídos ou cortados junto ao solo. E o raio do bicho não faz mais nada: não come o grão de milho que está debaixo da terra, não trinca as pontas verdes das folhas. Pura e simplesmente, corta o pé de milho pela base e segue para o seguinte.

(continua…)

As maçãs crescem

26.May.2009

as maçãs crescem

Continua a ser, e cada vez mais, um regalo olhar a maçãs a crescer.

Foi só quando estava a preparar as fotografias para este post que me apercebi de uns ovos de insecto, colocados debaixo de uma das maçãs. Fiquei curioso, a imaginar se dali sairiam comilões de maçãs ou outra coisa qualquer.

(continua…)

Batatal

22.May.2009

batateiras com calda bordalesa

Para prevenir ataques de míldeo e evitar o desaire do ano passado, tenho andado atento às previsões metereológicas e procurado aplicar o sulfato de cobre à aproximação de núvens baixas ou tempo chuvoso. Como uso uma máquina manual, cada aplicação de calda bordalesa no batatal é coisa para demorar para cima de duas horas.

As batatas estão a crescer com vigor e estão até em plena floração. Na fotografia veêm-se as flores da Stemster.

flor de batateira - stemster

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Milho amarelo

20.May.2009

milho amarelo

Ontem semeei milho amarelo. Num talhão pequeno, aí com uns 50 metros quadrados, fiz oito linhas, à distância de 80cm umas das outras, e semeei-os em grupos de três e quatro grãos, com 25 cm de intervalo.
Daqui por duas semanas aproximadamente, quando o milho tiver uns 10cm de altura, vou semear feijão de trepar entre os pés de milho e abóboras entre as linhas. Esta é uma cultura em consociação típica, já usada pelos nativos americanos, e conhecida por “as três irmãs“. Para além de aumentar a produtividade, esta consociação facilita também o trabalho do agricultor: o milho serve de suporte ao feijão de trepar, não sendo por isso necessário estacá-lo, e as folhas das abóboras sombreiam o solo, reduzindo as perdas de água por evaporação e inibindo o crescimento de ervas daninhas.

Oh bug!

18.May.2009

oh bug!

Bambu e feijocas

15.May.2009

feijocas e bambu

Podiam ser dois ingredientes de uma qualquer receita de cozinha de fusão mas não. Estes bambus já há muito passaram a fase de rebento e as feijocas ainda estão para nascer. Aqui os primeiros servem meramente de suporte, as segundas agradecem a ajuda para se elevarem acima das restantes plantas e assim apanharem o Sol de que tanto precisam.

Este ano estivemos quase para não semear feijocas, não porque não quiséssemos mas porque os gorgulhos não deixaram. Quando fui buscar a caixa onde tinha guardado as sementes que conservámos do ano anterior, fiquei boquiaberto com o que encontrei lá dentro: dezenas de bem nutridos gorgulhos a passearem-se num monte de feijões completamente esburacados. Não fora o Sr. Manuel nos ter fornecido novamente este ano e ficávamos mesmo desprevenidos.

(continua…)

A pequena maçã

12.May.2009

a pequena maçã

As maçãs, depois do primeiro ano com flores abundantes, começam a engrossar e a crescer. Umas verdes e lisas, outras pintadas de vermelho e pubescentes, são um regalo de ver.
São uma boa compensação para o facto de este ano, pura e simplesmente não ter tido nêsperas nenhumas. Creio que a neve que caiu, estavam ainda as flores a abrir, as queimou em definitivo. Maio sem nêsperas nem sei o que me parece.

O equilibrista

5.May.2009

pêto-verde

a limpar a parede

Hoje tornei a observar o peto-verde. Desta feita, não no chão, como aqui, mas pendurado numa parede de pedra a, claro está, comer alarvemente uma data de formigas.

Primo sépia

5.May.2009

ameixa-cereja

Até o Prunus “pissardii”, árvore ornamental que aqui parece uma versão sépia das ameixieiras, está carregado de pequenas ameixas-cereja.


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