Plantar cebolo
Apesar da chuva que caiu de manhã, o Sr. Manuel esteve a plantar o cebolo. Ao todo, uns 1000 pés, ou perto disso.
A cebola vermelha, que semeei já tardiamente, não está ainda com tamanho para ser transplantada.
Apesar da chuva que caiu de manhã, o Sr. Manuel esteve a plantar o cebolo. Ao todo, uns 1000 pés, ou perto disso.
A cebola vermelha, que semeei já tardiamente, não está ainda com tamanho para ser transplantada.
A propósito das favas, lembrei-me de acabar as do ano anterior, secas, para fazer uma sopa. Favas com coentros, uma combinação do céu.
Depois de meses de ausência nas actividades da quinta, à conta de demasiado trabalho urgente em mãos, decidi, na esperança de manter alguma sanidade física e a boa forma mental, ou vice-versa, forçar-me a uma dieta de uma hora diária de exercício no exterior. Tal como cortar árvores.
Começou-se a colheita das favas. E que fartote de favas! Duas gigas de vagens, para começar. Depois de descascadas, encheram a bacia, prontas para serem lavadas.
As gramíneas têm crescido a olhos vistos. Com uma pujança inegualável, o centeio já tem quase metro e meio de altura e está todo espigado. A Matilde já se perde lá dentro.
O trigo vai-lhe no encalço mas ainda só com metade da altura. As suas espigas, no entanto, são bem mais gordas. Vai ser um fartote para a passarada, está-se mesmo a ver.
Esta variedade é curiosa, com flores miúdas de centro mais claro. Fazem um bonito efeito vistas à distância. E, agora, que penso nisso, à lupa também.
Este ano temos mais cores nas chorinas (serão Mesembryanthemum, Lampranthus, ou outras? não as consegui ainda identificar). Estas, com um amarelo profundo e luminoso, são encantadoras, tanto mais que só abrem em dias quentes e de pleno Sol.
De novo com o tempo frio, como aliás costuma suceder todos os anos, a caldeira, após um ansiado mas precipitado período de pausa, volta a ter de funcionar. Felizmente vai ser por pouco tempo já que, para a semana, se prevê novamente o regresso da Primavera e, espero, em definitivo.
E foi por ter acendido novamente a caldeira que reparei no estado desta chaminé – que não é a que a serve, mas a da lareira. É mais antiga, em chapa de ferro enrolada e soldada, e já começa a dar sinais de cansaço: uma ferrugenzita numa das soldas e, de forma mais alarmante, o chapéu com ar de planetário.
A mim chateiam-me as coisas que se avariam. Raio da entropia.