Pistão rompido

26.March.2009

pistão da roçadora

Ou mais um exemplo a atestar aquela máxima que admoesta: “o barato sai caro”. É já a segunda vez que a roçadora avaria. Tanto numa como noutra, não se conseguia por o motor a trabalhar e parecia haver perda de compressão. E, de facto, em ambas as situações, se veio a verificar que era o pistão que estava rompido.

(continua…)

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26.March.2009

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Bem gostava de ter um pouco mais de tempo para andar lá por fora a apreciar tudo o que acontece – e nesta altura do ano, parece que, de facto, tudo acontece! Flores e folhas, insectos e cobras, perfumes e brisas mornas, tudo parece surgir em simultâneo, aparentemente do nada.
Em vez disso, vejo-me a braços com imenso trabalho. Não me queixo, até porque, basicamente, ocupo o meu tempo a fazer aquilo com que sonhei em criança; ainda assim, sinto uma certa pena ao ver a Primavera passar através do vidro do escritório. Ao longo das últimas semanas, eu, que vivo numa Quinta, terei certamente passado menos tempo ao ar livre do que um qualquer urbano típico. Pois.

Não é altura ainda de parar.

Primavera!

20.March.2009

primavera

Rosa, castanho, verde, amarelo.

17.March.2009

rosa, castanho, verde, amarelo

Este abacateiro (agora) é do Norte

13.March.2009

abacateiro com folhas queimadas

Há dias, perguntava a Ana Ramon como aguentariam os abacateiros o Inverno cá no Norte. Não muito bem mas também não tão mal assim. Com a neve deste ano, o abacateiro perdeu cerca de metade das folhas bem como a totalidade das extremidades mais jovens e tenras dos ramos.

(continua…)

Sementeira das batatas

12.March.2009

batata - semente

Com a má experiência do ano passado causada pelo míldeo, tínhamos planeado fazer a sementeira da batata mais cedo, procurando fugir ao tempo mais quente, mas só hoje é que estamos a tratar do assunto.

Vamos usar as mesmas variedades de batata do ano anterior e testar uma nova, Escocesa, embora produzida em França, a Stemster.

(continua…)

Sopa crua de beterraba

11.March.2009

sopa de beterraba pronta

Esta não teve a recepção unânime e calorosa das anteriores receitas cruas mas, para apreciadores de beterraba como eu, só posso dizer que é excelente. Foi a primeira vez que provei alguns dos seus ingredientes crus, nomeadamente a beterraba. A cenoura, creio que desde que tenho memória, a prefiro crua, estaladiça, sumarente e cheia de paladar, à versão cozida, mole, pálida, sem graça. E com a beterraba vai acontecer o mesmo: crua é muito melhor. Mas não fiquei por aqui nas provas de sabor: seguiram-se as couves, rebentos de penca, no caso. Foram outra surpresa. Doces no início, verdes no final, crocantes, tão longe da papa mole e de sabor vago que resulta quando são submetidos ao suplício da água em ebulição.

(continua…)

Bolachas de linhaça e maçã

9.March.2009

sementes de linhaça

Parece que as minhas experiências com a comida crua começam a ganhar algum momento. Desta vez resolvi experimentar umas bolachas. Ao contrário das convencionais, que vão ao forno, estas atingem a textura crocante usando um desidratador. Eu, que não tenho nenhum, uso o forno na mesma mas regulado para temperaturas bem mais baixas do que o normal, à volta de 40ºC. A escala de temperatura do forno começa nos 100ºC, pelo que tive de andar com um termómetro primeiro a apalpar terreno.

(continua…)

Sopa crua de pepino e agrião

7.March.2009

sopa de pepino e agrião

Esta sopa resultou com uma cor verde profunda e que, por comparação às sopas cozinhadas, parece quase irreal. O paladar é óptimo, faz lembrar o gaspacho.
É extremamente simples de preparar: para duas pessoas basta meia dúzia de pepinos, um punhado de agriões*, dois dentes de alho, um fio de azeite e umas pedras de sal. Centrifugam-se os pepinos, juntam-se os agriões, alho, sal e azeite e passa-se tudo na varinha mágica / misturador. E está pronta a comer!

* Chamaram-se a atenção para o facto de os agriões, se não forem de origem segura, uma vez que não são cozinhados, poderem conter bactérias extremamente prejudiciais à saúde.

Maçãs crocantes

6.March.2009

maçã crocante

Vou começar a experimentar comida crua. Para mim faz todo o sentido uma alimentação que é mais saudável, mais saborosa, mais eficiente, mais ecológica, mais natural, mais fresca… Com mais tempo, explanarei estas questões em maior detalhe.

Para começar, escolhi uma sobremesa. Uma bem prosaica, com maçãs e frutos secos, mas bem saborosa.

Receita:

Forra-se o fundo de uma tijela com avelãs e nozes trituradas, misturadas em mel e xarope de bordo. Parte-se uma maçã em gomos finos e cobre-se com sumo de limão. Mistura-se a maçã com uvas passas, mel e canela e colocam-se sobre a base de frutos secos na tijela.

Está pronto para comer e chorar por mais.


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