Então e que tal mais um mesinho de Sol e calor, pode ser? As abóboras foram plantadas tarde, ainda estão pequeninas, precisam de crescer. Vejam lá isso, senhores do tempo!
Escolopendra
Por cá já apareceram muitos bichos e este foi um dos mais impressionantes. Um couraçado fulminante, quer pela agilidade, quer pela peçonha, é digno de respeito. Uma valente centopeia, com uns 12 a 14 centímetros de comprimento.
Tentei identificá-lo mas não é de todo fácil, até porque alguns pormenores essenciais na correcta interpretação da chave dicotómica (esta é quase à prova de leigo) escaparam no momento em que o fotografei : coisas como tipo e número de espiráculos, se tinha ou não ocelos, se os tarsos eram unidos ou articulados…
Vou indagar os entendidos.
A melhor hipótese até agora é tratar-se de uma Scolopendra cingulata.
Chapatis
Ao contrário dos naans, esta versão indiana de pão não levedado, foi provado com alguma indiferença, para não dizer pior. A verdade é que os fiz com farinha integral bastante grosseira e acabei por os cozer tempo demais.
A Matilde regressou do infantário de novo com febre, portanto creio que, esse sim, vai ser o pão nosso de cada dia nos tempos mais próximos.
Sementes de abacateiro
Estou a germinar umas sementes de abacateiro. Foram retiradas de uns abacates, do tipo redondo e casca verde, comprados no supermercado. Já há uns anos tinha germinado duas sementes; a planta sobrevivente, que padeceu geadas cortantes e Verões tórridos e que chegou a secar por duas vezes e de novo a rebentar, está já mais alta do que eu.
O método que usei da outra vez foi mais natural, pousando a semente num vaso de terra húmida; desta vez experimento este outro, que mergulha metade da semente em água. O processo é mais pedagógico para a Matilde e para o abacate, segundo li, mais ou menos indiferente: demora sempre umas três ou quatro semanas a dar sinais de vida.
. (por agora)
Ao fim de uns dias febris, abundantes em tosse e dores de garganta, foi com prazer que, ao procurar o artigo sobre a Rosa, no Ípsilon de hoje, dei conta de ter recuperado o olfacto.
E que melhor maneira de comemorar do que bebendo um sumo das uvas acabadas de colher? O Sr. Manuel esteve cá a fazer a vindima e que lindos estavam os cachos dourados ao Sol!
…não sem antes
Os vírus da Matilde já estão a fazer mais estragos: eu e a Elsa estamos com sintomas pouco agradáveis, desde dores de garganta a narizes a correr. Depois a professora do infantário que não nos venha dizer que não participamos activamente nas actividades escolares. Bolas.
…já foi debelada!
A agonia de a ver sofrer os efeitos da febre logo se transforma em espanto por ver a rapidez com que a supera. Hoje, por cautela, apesar de termos um grande almoço marcado com um grupo de amigos, resolvemos ficar por casa. Estivémos entretidos toda a manhã de volta de uma pizza – que não leva limão, este enorme foi para a limonada.
A primeira febre
No infantário, depois da sesta, a Matilde acordou com febre. Telefonaram à Elsa para a ir buscar. O sistema imunitário dela vai ter de recuperar o atraso destes quase três anos resguardada em casa.
A par das primeiras músicas e jogos, e mesmo ainda só sabendo uma mão cheia de nomes dos seus novos colegas, já lhes traz os virus para casa.
Gafanhoto no soalho
Gosto destes visitantes. Já os tivemos de todos os géneros, de mamíferos a répteis, alados, rastejantes ou saltitantes como este. Todos me recordam que vivemos num sítio fantástico, que insiste em nos lembrar que não estamos sós.







