Camuflado!

28.August.2007

Nestes últimos dias tenho andado de volta da rega gota-a-gota no monte, a passar tubo e gotejadores ao redor das árvores mais recentes. Algumas das bafejadas por esta humidade-mesmo-onde-interessa foram as amendoeiras plantadas em Janeiro.
Estava precisamente a contornar uma delas, atento ao tubo, quando, vindo das profundezas do cérebro, soou um alarme: uma das folhas não estava a obedecer às regras conhecidas.

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Salada de cotovelinhos, tomate, cenoura e courgette

26.August.2007

Salada muito rápida e fácil que fiz ontem com ajuda da Matilde, numa tentativa de a cativar para outros sabores e, principalmente, para que pudesse participar na transformação que os alimentos sofrem, desde que vêem da horta ou do frigorífico, crus – que ela devora com gosto, até que se apresentam no prato, misturados, temperados, cozinhados – a que ela ultimamente mostra aversão.

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…depois dão nisto!

22.August.2007

Depois dão nisto, não necessariamente com os exemplares ilustrados.
Esta borboleta tem umas pilosidades muito curiosas no extremo do abdómen, das quais sobressaem como que duas pinças brancas. Linda!
Não deve ser fácil ter de passar por uma metamorfose ao longo da vida.

Lagartas ao ataque

21.August.2007

Foi mais forte do que eu. Não costumo meter-me com a bicharada mas fiquei estarrecido quando vi este exército de mandíbulas rastejantes a devorar a roseira da entrada da horta. Eram em tão grande número que em pouco dias teriam dizimado a planta indefesa – para estes inimigos, os seus acúleos de nada servem.

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Ganso vagem

20.August.2007

Manutenção da caldeira

19.August.2007

Não foi logo quando devia mas também não foi tão mau como no ano passado. Antes da limpeza propriamente dita, estive ainda a fixar definitivamente os cabos eléctricos da alimentação e das bombas circuladoras – a cola a quente que tinha usado é uma fraude, acabou tudo ao dependuro.
Verifiquei que o tampão da chaminé estava demasiado cheio de cinzas, a caminho da obstrução, pelo que tive cuidados extra na limpeza da caixa de fumos.
Verifiquei com preocupação o estado da gaveta das cinzas e da câmara de combustão: estão a desfazer-se em ferrugem. A gaveta das cinzas tem mesmo de ir a um serralheiro para recauchutagem, que não aguenta mais uma temporada. Com apenas dois anos de uso, este grau de desgaste é alarmante.

Sem vento, não dá!

18.August.2007

Bem tentámos mas, sem vento nenhum, uma brisa sequer, nada feito. Deu foi para perceber que cá por casa não vai ser fácil a descolagem e inevitável aterragem: há sempre demasiadas árvores ou outros obstáculos por perto.
Penso que numa próxima tentativa também vou amarrar os extremos da asa ao fio principal. Pareceu-me muito instável. E talvez precise também de uma cauda.
Windguru, força nisso!

Mica

17.August.2007

De Ribeira de Pena, do parque aventura, trouxe estes pedaços de mica. Estavam espalhados pelo chão, misturados com a gravilha de granito.
Parecem escamas de peixe, transparentes e brilhantes.

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‘Tee’ bug

16.August.2007

Mais um que nunca tinha visto por cá, também pendurado na porta da entrada.
Será que é poeta e sonha com asas de condor?

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Ou morcego de papel?

15.August.2007

Uma asa de pele e osso parece-me mais de morcego do que de papagaio. De onde virá o nome?

De qualquer forma, depois dos passos anteriores, chega o momento de se cortar o papel. Aqui a ajuda da Susana foi importante, com a sua experiência em talhar tecidos. A ideia é seguir o contorno do fio e deixar uma margem para se poder dobrar e colar. Convém recordar que a tarefa não é de todo linear porque a armação em bambu não é plana – a asa está retesada num arco.

(continua…)


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