Lua. Calhau.

30.June.2007

O arejo

29.June.2007

“Deu-lhe o arejo” – é a isto que se resume a explicação popular para todo e qualquer ataque de fungos. E, ao que consta, esta Primavera foi bastante arejada. Com o tempo relativamente quente e bastante húmido, estiveram reunidas as condições para a propagação e multiplicação dos fungos.

Por cá vitimaram cerca de metade das cebolas. As folhas cobriram-se de uma fina ‘poeira’, começam a emurchecer e em pouco tempo estavam tombadas e secas no solo. Os bolbos, claro, deixaram de crescer.

(continua…)

Loureiro

28.June.2007

Laurus Nobilis

Plantei o loureiro que a Susana e o Nuno me ofereceram no meu aniversário. O desgraçado ficou mais de um mês no vaso, até ter tempo para tratar dele. Planeava pô-lo à beira rio mas para isso precisava de ter cortado o salgueiro grande que secou. Acabou por ficar lá em cima, junto à rede do caminho, precisamente no local para onde já tinha, em tempos, transplantado um loureiro que aqui tinha nascido espontaneamente mas que, com a falta de rega, acabou por secar também.
Os tempos agora são outros, já lá tenho a rega gota-a-gota, portanto as hipóteses de sobrevivência no meio hostil que é a QdM são bastante maiores.
O cheiro dos loureiros e da terra húmida transportam-me sempre para a macarronésia e para o cenário paradisíaco das levadas da Madeira.

Phormium aos quadradinhos

27.June.2007

Phormium ou linho-da-nova-zelândia.

Por vezes apetece-me ver uma planta como os três cegos e o elefante. Uma parte de cada vez, pausadamente, com um olhar ora prístino, imaculado, ora semi-cerrado, registando só os cambiantes de luz.

(continua…)

Receita para uma linha-íris

26.June.2007

(continua…)

Continua o fogo

25.June.2007

Na horta, durante o dia.

Olha o fogo!

23.June.2007

Para lá do limite da quinta, através da silhueta recortada do arvoredo, o fogo de S. João. Parece que cada casa das cercanias lança a sua dúzia de foguetes, talvez na pausa entre as sardinhas e o caldo verde. Aos bochechos descoordenados, soam salvas ao longo da noite.
Daqui até ao Porto é festa.

Flor de romanzeira

23.June.2007

Dir-se-ia que, depois do solestício, o tempo se deu conta que mantinha ainda o cenário de Abril e, rapidamente, mudança de acto: Verão.

Couves

22.June.2007

O Sr. Manuel plantou hoje um cento de pencas. As anteriores incursões no mundo das brassicas não têm sido muito bem sucedidas, pelo que foi só depois de saber que as pencas são das couves menos exigentes em cuidados e regas, que decidi avançar com mais esta tentativa. Além do mais, este ano é a nossa vez de fornecer as couves para o Natal.

(continua…)

+ courgettes

22.June.2007

Foram semeadas só há dez dias, um longo carreiro delas, e já estão assim. São filhas desta. Não usei as sementes todas mas, se produzirem como o ano passado, cedo ameaçarão, quais bullies da horta: “All your freezer space, are bellong to us!”.


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