Laranjas com cheirinho

30.March.2007

Quando nos apetece beber algo, temos abundância de laranjas, e a Elsa ao lado para nos ensinar uma coisas boas, faz-se vodka laranja.
A viagem dos pais dela à Russia e oferta da tradicional garrafa também não são de menosprezar.
Junte-se uma lareira acesa, à conta do frio, e ficamos com um excelente fim de semana.

Lírio roxo

30.March.2007

Lírio roxo é o nome por que esta planta é conhecida. Estive a procurar na net e não vi nada semelhante, na família dos lírios, parecido com isto. Será mesmo um lírio ou é um parente?
São de facto bolbosas, e, pelo menos aqui na quinta, quase como os jarros, estão por todo o lado.

(continua…)

Grades pintadas

29.March.2007

Consegui dar uma passagem de primário por todos os pontos ferrugentos das grades dos depósitos. Não as pintei completamente porque, para além de demorar muito tempo, o ferro galvanizado estava em bom estado.

(continua…)

Com chuva não dá

28.March.2007

Queria começar a pintar os depósitos de rega mas, precisamente a seguir ao almoço, começou a chover. E com chuva não dá – ou como diz o João, sem luz não dá.
Instalou-se a preguiça e acabei por dar uma vista de olhos aos planos da Voiturette, do Ian, como prelúdio a uma curta sesta.
Hoje de noite procuro adiantar o trabalho, para amanhã poder dar uma demão de primário nas grades dos três depósitos.

O garrote dos carvalhos

27.March.2007

Terminou o suplício dos carvalhos junto à entrada. Já há anos, tinham improvisado um ramada para umas videiras, esticando uns arames presos às árvores. Nunca mais lhes mexeram, adequando a laçada ao perímetro do tronco, sempre a engrossar, e portanto as árvores estavam, lentamente, à medida que cresciam, a estrangular.

Desde que comprámos a quinta que fazia planos de os libertar. Hoje, que estive mesmo lá debaixo deles a terminar a instalação da rega gota-a-gota das vides virgens e roseira de trepar, resolvi arrumar o assunto. Alguns dos arames estavam já tão envolvidos pela casca das árvores que foi impossível retirá-los. Procurei, nesses casos, segmentar o arame.
Fiquei aliviado, e eles certamente também.

Colheita de ervilhas

25.March.2007

As ervilha de quebrar já estão prontas a colher. Algumas até já tinham passado o ponto. Durante as próximas semanas há que lhes fazer uma visitas regulares, porque quanto mais se colher, mais produzem. Não descurar as regas, que o tempo vai seco.

(continua…)

Base do novo grupo de depósitos

24.March.2007

Hoje, mais uma vez com a grande ajuda do meu pai e do Nuno, ficou pronta a base para os três depósitos de rega, no patamar das macieiras. Demorou algumas horas mas ficou muito nivelada e plana – essencial para depósitos comunicantes, ligados em paralelo. Usámos blocos de cimento soltos, assentes na terra. São muito resistentes à compressão e, caso algum imponderável surja, facilmente removidos.
Já estivémos também a tirar níveis para o tubo de saída, que vai alimentar todo o sistema a jusante, e vai ser necessário escavar uma rota até perto das feijoas. A válvula de rega, e respectivo filtro, também vão passar para lá.
Durante a próxima semana vou tratar de lavar os depósitos e pintá-los.

A última abóbora

23.March.2007

Depois de passar todo o Outono e Inverno lá fora, empoleirada no telhado da casa da caldeira, a abóbora, a última, deu sinal de que queria vir para dentro. Parte foi congelada, outra ficou no frigorífico, para uns projectos culinários mais imediatos. A Elsa vai fazer mais uma quantidade do seu doce, eu estou a pensar numa salada de abóbora assada e grão de bico e também numa sopa de sabor asiático, com leite de côco e caril.

Figueira solar

23.March.2007

O ‘Einleitung’ de Also sprach Zarathustra [*], de Strauss, bem podia ser a banda sonora desta fotografia. Num lento crescendo, durante os próximos dias as folhas da figueira vão esticar todas as nervuras, e abrir no espaço a sua vela solar.

Arbusto banana

22.March.2007

Michelia figo (Lour.) K. Spreng.

Este arbusto passou uns maus bocados mas está outra vez em forma. Há cerca de cinco anos, começou a amarelecer e a perder toda a folhagem. Com muita pena nossa, que o seu perfume, ao entardecer, é uma coisa assombrosa, cortei-o rente ao chão. Rebentou na Primavera seguinte e, desde então, tem vindo a crescer com vigor.

(continua…)


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