Flor tombada
Esta flor de camélia estava tombada, sobre um penedo, voltada para baixo. Assim mesmo, uma beleza cheia de encanto.
Esta flor de camélia estava tombada, sobre um penedo, voltada para baixo. Assim mesmo, uma beleza cheia de encanto.
Local: Bem drenado e, importante, sem ervas daninhas perenes. Os espargos são plantas perenes, podendo estar em produção durante 20 anos. As raízes são superficiais, pelo que é não é recomendável a sacha para controlo de infestantes; será preferível um bom controlo inicial das ervas daninhas e a utilização de palhagem.
Sementeira: Ao ar livre, no início da Primavera. As plantas devem ser desbastadas de modo a ficarem a 15cm umas das outras. No início da Primavera seguinte, as raízes, vulgarmente chamadas coroas, devem ser transplantadas para o local definitivo.
Chegou ontem o novo PC da Elsa, um iMac da Apple – será daqui que irão saindo os Crimes e Escapadelas. É uma impressionante obra de arte de design e de engenharia. Como seria de esperar de uma empresa que faz o hardware e o software, tudo funciona bem e à primeira.
Nunca tinha tido oportunidade de explorar com alguma calma o OS X. Impressiona, à primeira vista, a rapidez, a facilidade de configuração e a qualidade gráfica; já outros aspectos são desconcertantes, como a barra de menu da aplicação aberta.
A Matilde, essa, divertiu-se imenso com o Photo Booth.
Quando comprei uns pés de morangueiros remontantes, o ano passado, não imaginava que produzissem durante tanto tempo. Os últimos, foram em Novembro, estes primeiros devem estar prontos em Março. Encanta-me poder ter morangos durante nove meses por ano e sem estufa – até o aquecimento global tem aspectos positivos!
Depois do almoço, o Sr. Santos veio descarregar mais quatro toneladas de lenha. Pelas minhas contas, serão suficientes para terminar este Inverno.
Desta vez optei por a enrimar em duas linhas, assentes em cimas das paletes. Será assim que irá ficar arrumada na futura casa da lenha. Descarregá-la do camião e encastelá-la foi trabalho para três pessoas durante uma hora.
A pouco e pouco, as flores do pessegueiro vão-se abrindo. Preparem-se abelhas e outros pequenos seres alados, que o festim começa brevemente.
Os espargos, sob efeito destes primeiros ares de Primavera, começam a emergir do solo. De início tímidos, redondos e rosados, numa questão de dias passam a robustos caules verdes, com os gomos das folhas já destacados do corpo. Algures num ponto intermédio, são uma iguaria. E como qualquer bom garfo sabe, os turiões de espargo, acabados de colher e levemente salteados, juntamente com umas gotas de limão, são algo com que se sonha todo o ano e de que se disfruta apenas nestas breves semanas Primaveris.
É certo que, durante o resto do ano, os há enlatados ou importados do hemisfério Sul mas a verdade é que não há delicatessen como a nossa horta. Será talvez por isto que tantos ex-chefs se tornam produtores hortícolas, e que tantos hortelões são pequenos mestres cucas à hora das refeições.
Aqui na quinta, os jarros são demasiado espontâneos. Pululam em locais com alguma sombra e bastante humidade. A flor é uma pequena maravilha.