Nova paisagem

9.April.2010

open space

Outra das coisas que mudou recentemente, e com impacto significativo, foi a paisagem do meu local de trabalho. Deixou de ser esta, que me acompanhou durante quase seis anos em que fiz teletrabalho, para a que se vê acima. Junto às janelas, ainda assim, o panorama também é agradável: a Afurada e a foz do Douro.

(continua…)

Milú, não!

28.March.2010

Em Ourém está-se bem

Este fim de semana fomos tratar de uma questão difícil: devolver a Milú à sua grande família de origem. Depois de tantos anos a pensar em cães e de finalmente nos termos decidido a adoptar um, foi complicado constatar que afinal não somos compatíveis. Não na nossa família, não nos moldes em que pretendíamos fazê-lo.
Deixa alguma saudade mas tanto nós como a própria Milú ficamos melhor assim.

No regresso, uma retemperante passagem por Ourém.

Alvão

10.June.2009

fisga

“…que eu no monte é que estou bem!”

Demos uma saltada ao Alvão. A dada altura do passeio, junto à fisga do Ermelo, de novo o espírito de cabra se apoderou de mim e lá parti eu à desfilada, monte acima.
Resina. Lá no alto cheira a resina.

Mais fotografias aqui.

Ao Novo Ano

31.December.2008

a memória

O pico que segue o pico da montanha.
A escalada é um estado de espírito.
Bom ano novo!

Nas brumas

9.December.2008

A chuva parece querer abrandar. Caem os últimos respingos.
Olho e comove-me a paisagem que vejo entre as paredes do vale. Se semicerrar os olhos e concentrar a atenção na nesga de horizonte que segue a curva do rio, recuo no tempo. Ou avanço, quem sabe.

Coisas piores acontecem no mar

9.November.2008

E melhores também.
Saudades.

CURRUTETUS

5.November.2008

No Tribunal de Penafiel, um graffiti recente pintado na fachada.
Não posso deixar de relembrar esta cena.
Fica-me a dúvida: seria o indivíduo que escreveu isto um refinado humorista, ao tentar uma latinização da palavra, logo ali no Domus Ivstitiae, ou um simples bronco?

Tempestade

31.October.2008

Sexta-feira, na ida a Penafiel, o céu estava divido em dois: a poente, um Sol de fim de tarde luminoso; a nascente, todo ele coberto de nuvens escuríssimas. No tulipeiro do jardim central, que vê o céu mais de perto, notava-se um certo receio. Todo ele abraçava os últimos raios de Sol, como quem prolonga a despedida, por adivinhar longa e difícil a noite escura.

Nuvens bébés

16.October.2008

As nuvens bébés, por serem tão novinhas, não aprenderam ainda a voar. E por terem medo das alturas, deixam-se ficar cá em baixo, juntinho ao chão. Há quem lhes chame nevoeiro.

(continua…)

Farol de Montedor

19.August.2008

(continua…)


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