De facto, tudo o que fazemos, ou, no caso, deixamos de fazer, tem impacto no que nos rodeia. Em causa está uma porção de areia, cerca de um metro cúbico dela, que sobrou da obra da rampa. Ficou, desde então, empilhada a um canto num exemplo clássico do “era para ser temporário mas acabou por ficar assim durante quatro anos”. Mas nem tudo foi mau. A verdade é que este montinho de areia acabou por ser adoptado por uma série de espécies, desde aranhas a sapos.
Foi só quando, há pouco tempo, me dediquei a arrumar o caminho para ter acesso ao muro do canteiro que queria pintar, que construí uma caixa de madeira, improvisada de madeira reciclada de paletes, que os descobri.









